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Maersk condiciona retorno de navegação em Ormuz a risco e monitoramento contínuo de segurança

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A Maersk afirmou que uma eventual retomada da navegação pelo Estreito de Ormuz dependerá de avaliação contínua de risco e do monitoramento da segurança na região, apesar do anúncio do Irã de reabertura da rota. Segundo a companhia, "qualquer decisão de transitar pelo estreito será baseada em avaliações de risco e monitoramento próximo da situação de segurança", mantendo como prioridade a proteção de tripulações, embarcações e cargas.

A empresa diz seguir, até agora, a recomendação de parceiros de segurança de evitar a passagem, em meio à elevada volatilidade no Oriente Médio. O comunicado ressalta que as condições podem mudar rapidamente e que medidas estão sendo adotadas para preservar a integridade das operações e da rede logística.

No âmbito operacional, a Maersk mantém suspensões relevantes de reservas de carga em países do Golfo, com exceções pontuais, e ampliou soluções alternativas de transporte terrestre na região. A companhia também implementou uma taxa emergencial de frete para viabilizar rotas alternativas, armazenamento temporário e custos adicionais decorrentes de desvios logísticos.

Além disso, a empresa alerta para restrições adicionais em cargas específicas, inclusive perigosas, e para a revisão de seguros e sobretaxas, refletindo o impacto do conflito sobre cadeias globais de transporte.

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